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A Fábula do Rei e suas 4 Esposas




Era uma vez... um rei que tinha 4 esposas.
Ele amava a 4ª esposa demais, e vivia dando-lhe lindos presentes, jóias e roupas caras. Ele dava-lhe de tudo e sempre do melhor.
Ele também amava muito sua 3ª esposa e gostava de exibi-la aos reinados vizinhos.
Contudo, ele tinha medo que um dia, ela o deixasse por outro rei.
Ele também amava sua 2ª esposa.
Ela era sua confidente e estava sempre pronta para ele, com amabilidade e paciência. Sempre que o rei tinha que enfrentar um problema, ele confiava nela para atravessar esses tempos de dificuldade.
A 1ª esposa era uma parceira muito leal e fazia tudo que estava ao seu alcance para manter o rei muito rico e poderoso, ele e o reino.
Mas, ele não amava a 1ª esposa, e apesar dela o amar profundamente, ele mal tomava conhecimento dela.
Um dia, o rei caiu doente e percebeu que seu fim estava próximo.
Ele pensou em toda a luxúria da sua vida e ponderou:
É, agora eu tenho 4 esposas comigo, mas quando eu morrer, com quantas poderei contar?
Então, ele perguntou à 4ª esposa:
Eu te amei tanto, querida, te cobri das mais finas roupas e jóias. Mostrei o quanto eu te amava cuidando bem de você. Agora que eu estou morrendo, você é capaz de morrer comigo, para não me deixar sozinho?
De jeito nenhum! respondeu a 4ª esposa, e saiu do quarto sem sequer olhar para trás.
A resposta que ela deu cortou o coração do rei como se fosse uma faca afiada.
Tristemente, o rei então perguntou para a 3ª esposa:
Eu também te amei tanto a vida inteira. Agora que eu estou morrendo, você é capaz de morrer comigo, para não me deixar sozinho?
Não!!!, respondeu a 3ª esposa.
A vida é boa demais!!! Quando você morrer, eu vou é casar de novo.
O coração do rei sangrou e gelou de tanta dor.
Ele perguntou então à 2ª esposa:
Eu sempre recorri a você quando precisei de ajuda, e você sempre esteve ao meu lado. Quando eu morrer, você será capaz de morrer comigo, para me fazer companhia?
Sinto muito, mas desta vez eu não posso fazer o que você me pede! respondeu a 2ª esposa.
O máximo que eu posso fazer é enterrar você!
Essa resposta veio como um trovão na cabeça do rei, e mais uma vez ele ficou arrasado.
Daí, então, uma voz se fez ouvir:
Eu partirei com você e o seguirei por onde você for... O rei levantou os olhos e lá estava a sua 1ª esposa, tão magrinha, tão mal nutrida, tão sofrida...
Com o coração partido, o rei falou:
Eu deveria ter cuidado muito melhor de você enquanto eu ainda podia...
Na verdade, nós todos temos 4 esposas nas nossas vidas...
Nossa 4ª esposa é o nosso corpo.
Apesar de todos os esforços que fazemos para mantê-lo saudável e bonito, ele nos deixará quando morrermos...
Nossa 3ª esposa são as nossas posses, as nossas propriedades, as nossas riquezas. Quando morremos, tudo isso vai para os outros.
Nossa 2ª esposa são nossa família e nossos amigos. Apesar de nos amarem muito e estarem sempre nos apoiando, o máximo que eles podem fazer é nos enterrar...
E nossa 1ª esposa seu lado espiritual , muitas vezes deixada de lado por perseguirmos, durante a vida toda, a Riqueza, o Poder e os Prazeres do nosso Ego...
Então..cultive...fortaleça...em Cristo Jesus .

O ferreiro Reflita




Era uma vez um ferreiro que,
após uma juventude cheia de excessos,
resolveu entregar sua alma a Deus.Durante muitos anos trabalhou

com afinidade,

praticou a caridade, mas, apesar de toda sua dedicação,
nada parecia dar certo na sua vida.

Muito pelo contrário: seus problemas e dívidas acumulavam-se cada vez mais.

Uma bela tarde, um amigo que o visitara, e que se compadecia de sua situação difícil, comentou:

"É realmente estranho que, justamente depois que você resolveu se tornar um homem temente a Deus, sua vida começou a piorar.
Eu não desejo enfraquecer sua fé, mas apesar de toda a sua crença no mundo espiritual, nada tem melhorado".

O ferreiro não respondeu imediatamente.
Ele já havia pensado nisso muitas vezes, sem entender o que acontecia em sua vida.
Entretanto, como não queria deixar o amigo sem resposta, começou a falar e terminou encontrando a explicação que procurava.

Eis o que disse o ferreiro:

"Eu recebo nesta oficina o aço ainda não trabalhado e preciso transformá-lo em espadas.
Você sabe como isto é feito?
Primeiro eu aqueço a chapa de aço num calor infernal, até que fique vermelha.
Em seguida, sem qualquer piedade, eu pego o martelo mais pesado e aplico golpes até que a peça adquira a forma desejada.
Logo, ela é mergulhada num balde de água fria e a oficina inteira se enche com o barulho do vapor, enquanto a peça estala e grita por causa da súbita mudança de temperatura.
Tenho que repetir esse processo até conseguir a espada perfeita: uma vez apenas não é suficiente".

O ferreiro deu uma longa pausa e continuou:

"As vezes, o aço que chega até minhas mãos não consegue aguentar esse tratamento.
O calor, as marteladas e a água fria terminam por enchê-lo de rachaduras.
E eu sei que jamais se transformará numa boa lâmina de espada.
Então, eu simplesmente o coloco no monte de ferro-velho que você viu na entrada de minha ferraria.

" Mais uma pausa e o ferreiro concluiu:

"Sei que Deus está me colocando no fogo das aflições.
Tenho aceito as marteladas que a vida me dá, e às vezes sinto-me tão frio e insensível como a água que faz sofrer o aço.
Mas a única coisa que peço é: "

Meu Deus, não desista de mim, até que eu consiga tomar a forma que o Senhor espera de mim.
Tente da maneira que achar melhor, pelo tempo que quiser
- mas jamais me coloque no monte de ferro-velho das almas

APRENDENDO COM OS ERROS


O mestre, conduz seu aprendiz pela floresta. Embora mais velho, caminha com igualdade, enquanto seu aprendiz escorrega e cai a todo instante.
O aprendiz blasfema, levanta-se e cospe no chão traiçoeiro e continua a acompanhar seu mestre.
Depois de longa caminhada, chegaram a um lugar sagrado. Sem parar, o mestre dá meia volta e começa a viagem de volta.
-Você não me ensinou nada hoje- diz o aprendiz, levando mais um tombo.
-Ensinei sim, mas você parece que não aprende - respondeu o mestre - estou tentando te ensinar como se lida com os erros da vida.
-E como lidar com eles?
- Como deveria lidar com seus tombos- respondeu o mestre- Em vez de ficar amaldiçoando o lugar onde caiu, devia procurar aquilo que o fez escorregar.

                              

AS DUAS CAIXAS


Deus deu-me duas caixas e disse: - Coloque todas as suas tristezas na caixa cinza e todas as suas alegrias na caixa azul. 

Tempos depois eu percebi que a caixa azul estava muito mais pesada que a caixa cinza e fiquei um pouco confuso, pois, se tive muitas alegrias na vida, também não me faltaram tristezas. Como, então, a caixa de alegrias podia pesar tão mais que a caixa de tristezas?Curioso, abri a caixa cinza e ela estava vazia, pois tinha um buraco no fundo. Então, eu perguntei:- Senhor, deste-me uma caixa furada e minhas tristezas desapareceram. Onde elas foram parar?

- Elas vieram se apresentar diante do meu altar e as devolvi para você.

- Para mim? Mas elas não estão comigo.- É que eu as devolvi transformadas.

- Transformadas? Como assim, meu Senhor?

- Transformadas em alegria. Olhe a sua caixa azul e você vai entender.

Abri a caixa azul e lá estavam todas as minhas alegrias (como foi bom contá-las todas de uma vez). Mas, lá estavam também as minhas tristezas, com uma carinha diferente, transformadas em alegrias.
      
O nosso Deus converteua maldição em benção.Neemias 13.2



Autor: Desconhecido
Recontada pelo Pr Ronaldo Alves FrancoEnviado pelo colaborador: Wilson B. Vasconcelos

A leoa

Os animais dos campos e das florestas discutiam: qual deles seria capaz de ter maior número de filhos. Nesse momento, passou a leoa. Os animais fizeram-na parar e lhe disseram:
- Estamos tentando saber qual de nós tem maior ninhada. Quantos são os seus filhos em cada ninhada?

- Um só - respondeu a leoa.
- Mas, lembrem-se: é um leão!

Valor vale mais que numeros.

De nada adianta uma igreja cheia se não tiver adoradores com verdadeiros valores.

O vestido Branco





A menina do vestido branco.



Uma pequena menina, foi levada pela tia pra igreja e aceitou a Jesus. Chegando em casa ela falou com os pais assim: “ Pai deixa eu ser crente ? ” O Pai e a mãe disseram: ” De jeito nenhum, nós somos seguidores de Maomé.” Ela insistiu tanto que os pais falaram: ” Com uma condição, todo o culto que você for, quando você chegar em casa você vai tomar uma surra” ela falou “Tudo bem!” . Ela ia pro culto chegava em casa uma surra, ia pro culto chegava em casa outra surra. Um dia a tia deu pra ela um vestido branco e ela cantou na frente da igreja sozinha o primeiro solo dela aos 12 anos, ela tinha 1 aninho de convertida. Quando acabou o culto ela ficou com as coleguinhas, todo mundo feliz. O pai dela veio bêbado, pegou a menina e a espancou, diante da igreja, bateu a cabeça dela no meio fio e a machucou muito.

 


Prenderam o pai. Então, a tia e o pastor pegaram a menina e coloram em um banco, tiraram o vestido branco dela enquanto ela ficava perdendo a consciência , perdia a consciência e voltava, então, naquele instante quando voltava a consciência ela falava ”Pastor cadê meu vestidinho?” o Pastor falou “esquece o vestido minha filha, ele ta todo sujo de sangue fica firme aguenta ai que o médico ta chegando” Ai ela apagava, ai ela acordava de novo e falava ” tia.. pastor me da o meu vestido, eu quero o meu vestidinho branco” e eles falavam “esquece o vestido ele ta todo sujo” isso aconteceu cinco vezes na quinta vez que aconteceu isso a menina falou : 
“Pastor eu estou vendo Jesus ali em pé e ele esta me dizendo que vai me levar agora, por favor, pelo amor de Deus, por tudo o que é mais sagrado, me da o meu vestidinho branco?” o pastor disse ” Porque?” ele foi lá pegou o vestido deu pra ela, ela abraçou o vestidinho só de calcinha e foi fechando os olhinhos pela ultima vez nessa terra e o pastor perguntou ” Mas porque você quer tanto esse vestido?” e as últimas palavras dela foram: ” Eu quero entrar com esse vestidinho sujo de sangue no céu, pra mostrar pra Jesus, que assim como um dia ele sangrou por mim, eu também sangrei por Ele.”

A metáfora da águia e da galinha


Era uma vez um camponês que foi à floresta vizinha apanhar um pássaro para mantê-lo em sua casa. Conseguiu pegar um filhote de águia. Colocou-o no galinheiro junto com as galinhas. Comia milho e ração própria para galinhas. Embora a águia fosse o rei / rainha de todos os pássaros.
Depois de cinco anos, este homem recebeu a visita de um naturalista. Enquanto passeavam pelo jardim, disse o naturalista:
– Este pássaro aí não é uma galinha. É uma águia.
– De fato, – disse o camponês. É águia. Mas eu a criei como galinha. Ela não é mais uma águia. Transformou-se em galinha como as outras, apesar das asas de quase três metros de extensão.
– Não – retrucou o naturalista. Ela é e será sempre uma águia. Pois tem um coração de águia. Este coração a fará um dia voar às alturas.
– Não, não – insistiu o camponês. Ela virou galinha e jamais voará como águia.
Então decidiram fazer uma prova. O naturalista tomou a águia, ergueu-a bem alto e desafiando-a disse:
– Já que de fato você é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, então abra suas asas e voe!
A águia pousou sobre o braço estendido do naturalista. Olhava distraidamente ao redor. Viu as galinhas lá embaixo, ciscando grãos. E pulou para junto delas.
O camponês comentou:
– Eu lhe disse, ela virou uma simples galinha!
– Não – tornou a insistir o naturalista. Ela é uma águia. E uma águia será sempre uma águia. Vamos experimentar novamente amanhã.
No dia seguinte, o naturalista subiu com a águia no teto da casa. Sussurrou:
– Águia, já que você é uma águia, abra suas asas e voe!
Mas quando a águia viu lá embaixo as galinhas, ciscando o chão, pulou e foi para junto delas.
O camponês sorriu e voltou à carga:
– Eu lhe havia dito, ela virou galinha!
– Não – respondeu firmemente o naturalista. Ela é águia, possuirá sempre um coração de águia. Vamos experimentar ainda uma última vez. Amanhã a farei voar.
No dia seguinte, o naturalista e o camponês levantaram bem cedo. Pegaram a águia, levaram-na para fora da cidade, longe das casas dos homens, no alto de uma montanha. O sol nascente dourava os picos das montanhas.
O naturalista ergueu a águia para o alto e ordenou-lhe:
– Águia, já que você é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, abra as suas asas e voe!
A águia olhou ao redor. Tremia como se experimentasse nova vida. Mas não voou. Então o naturalista segurou-a firmemente, bem na direção do sol, para que seus olhos pudessem encher-se da claridade solar e da vastidão do horizonte.
Nesse momento, ela abriu suas potentes asas, grasnou com o típico kau-kau das águias e ergueu-se soberana, sobre si mesma. E começou a voar, a voar para o alto, a voar cada vez para mais alto. Voou… voou… até confundir-se com o azul do firmamento…”
Esta metáfora evoca dimensões profundas do ser, indispensáveis para o processo de realização humana: o sentimento de auto-estima, a capacidade de dar a volta por cima das dificuldades quase insuperáveis.
Cada pessoa tem dentro de si uma águia. Ela quer nascer. Sente o chamado das alturas. Busca o sol.
Uma águia tem dentro de si o chamado do infinito. Seu coração sente os picos mais altos das montanhas. Por mais que seja submetida a condições de escravidão, ela nunca deixará de ouvir sua própria natureza de águia que a convoca para as alturas sublimes.
As pessoas que alçam vôo sublime são as que se recusam a deitar-se, a suspirar e desejar que as coisas mudem! Tais pessoas não reclamam sua sorte e tampouco sonham, passivamente, com algum navio longínquo que vai chegando para levá-la pra bem longe. Em vez disso, visualizam em suas mentes que não são desistentes; não permitirão que as circunstâncias da vida as empurrem lá para baixo, e as mantenham subjugadas como galinhas.
Vamos, voe… Voe e vença, ocupe o lugar a que é seu no alto do penhasco.

Nossa natureza



"Um mestre oriental que viu que um escorpião estava se
afogando decidiu tirá-lo da água, mas qdo o fez o escorpião o picou. Pela reação de dor, o mestre o soltou e o animal caiu de novo na água e estava se afogando de novo. O mestre tentou tirá-lo novamente e novamente o animal o picou.
Alguém que estava observando se aproximou do mestre e lhe disse:
-Desculpa-me mas vc é teimoso! Não entende que todas as vezes que
tentar tirá-lo da agua ele irá picá-lo? O mestre respondeu: --A natureza
do escorpião é picar, e isto não vai mudar a minha que é ajudar."





Cada pessoa é de uma natureza diferente, façamos o nosso melhor pra com o próximo...mesmo aqueles que te façam o mal nunca canse de fazer o seu melhor pra ela.

Reflita.

APRENDENDO COM OS ERROS

O mestre, conduz seu aprendiz pela floresta. Embora mais velho, caminha com igualdade, enquanto seu aprendiz escorrega e cai a todo instante.
O aprendiz blasfema, levanta-se e cospe no chão traiçoeiro e continua a acompanhar seu mestre.
Depois de longa caminhada, chegaram a um lugar sagrado. Sem parar, o mestre dá meia volta e começa a viagem de volta.
-Você não me ensinou nada hoje- diz o aprendiz, levando mais um tombo.
-Ensinei sim, mas você parece que não aprende - respondeu o mestre - estou tentando te ensinar como se lida com os erros da vida.
-E como lidar com eles?

                                  


- Como deveria lidar com seus tombos- respondeu o mestre- Em vez de ficar amaldiçoando o lugar onde caiu, devia procurar aquilo que o fez escorregar. 




"AS SEMENTES DE DEUS"



Um rapaz entrou numa loja e viu um sehor no balcão.
Maravilhado com a beleza do lugar, perguntou-lhe:
- Senhor, o que se vende aqui?
- Todos os dons de deus.
- E custam muito? - voltou a perguntar.
-Não custam nada. Aqui tudo é de graça.
Contemplou a loja e viu que havia jarros de amor, vidros de fé, pacotes de esperança, caixinhas de salvação, muita sabedoria,fardos de perdão, pacotes grandes de paz e muitos outros dons de deus.
TOMOU CORAGEM E PEDIU:
- Por favor, quero o maior jarro de amor de deus, todos os fardos de perdão e um vidro grande de fé, prá mim e prá toda minha familia.
ENTÃO, o senhor preparou tudo e entregou-lhe um pequeno embrulho que cabia na palma da sua mão.
INCRÉDULO,ele disse:
- MAS COMO PODE ESTAR AQUI TUDO O QUE PEDI?
SORRINDO O SENHOR LHE RESPONDEU:
- MEU QUERIDO IRMÃO, NA LOJA DE DEUS NÃO VENDEMOS FRUTOS, SÓ SEMENTES. PLANTE-AS !!!

CONHECER A JESUS

Certa vez, numa estrada que levava a Jerusalém, caminhavam algumas pessoas que haviam ouvido dizer que lá estaria, de passagem, um grande Mestre em ensinamentos. Segundo informações, ele transmitia a todos muita paz, muito conhecimento das verdades celestiais, e, acima de tudo, curava os enfermos.
Elas queriam conhecê-lo e aproveitariam aquela oportunidade, pois, no dia seguinte, tinham notícia de que lá ele estaria.
Andavam já há muitas horas, e, num cruzar de estradas, quase perto de Jerusalém, algumas outras pessoas estavam postadas, pois era por ali que ele chegaria, e elas desejavam estar com ele antes que se adentrasse na cidade, por ser mais fácil lhe falar ou somente vê-lo.
Os que andavam durante árduas léguas, passaram sem dar atenção aos que lá estavam, estranhando mesmo, haver, num ponto daqueles, meio deserto, tantas pessoas. Ao cruzarem com elas, continuaram seu caminho sem nada dizerem, mas, mal haviam dado alguns passos, ouviram-nas alvoroçarem-se, exclamando:
- Ei-lo, já apontou com alguns de seus discípulos, lá naquela estrada!
- Não é ele! - diziam alguns.
- Sim, é ele mesmo! - insistiam outros.
Enquanto isso, ele se aproximava cada vez mais. Os que passaram, ouvindo essas exclamações,pararam para ouvir melhor, e um deles, mais perspicaz, disse-lhes que falavam do Mestre, e estavam naquele local para esperá-lo. Outros contestaram essa afirmativa, todavia não continuaram a caminhada e esperaram mais um pouco.
Alguns minutos mais, eis que Jesus aproxima-se deles, envolvendo-os em grandes eflúvios de bem-estar, de alegria e de enlevo espiritual, tais as emanações sublimes vindas de sua presença. Alguns se ajoelharam, outros acorreram ao seu encontro, tudo isso acontecendo diante dos outros que haviam parado.
Jesus continuou a sua caminhada, acompanhado agora de todos os que ali se encontravam para esperá-lo, e foram andando, aos olhos dos que também se dirigiam a Jerusalém para conhecer a Jesus.
Eles nada comentaram, apenas observavam, e Jesus passou com todos os que o seguiam, tão enlevados estavam por terem consigo divina companhia.
Após essa pequena multidão ter passado, os que haviam parado, disseram:
- Agora poderemos continuar o nosso caminho para o que pretendemos, sem que nada mais nos atrapalhe, e, quem sabe, amanhã, teremos a felicidade de conhecer o Mestre!
Ah, queridos irmãos, quantos se fazem em caminho para um dia terem a oportunidade de conhecer o Mestre, quando ele já passou por eles sem que lhe fosse dada a devida atenção! Quantos já perderam oportunidades preciosas de tê-la consigo num convívio mais íntimo e mais chegado, e deixaram para o amanhã!


                 




Nunca deixemos para amanhã, se é hoje e agora que ele está passando por nós! Aproveitemos todas as oportunidades e sigamos nosso caminho, sim, mas tendo-o junto a nós. Quem tem a companhia de Jesus, tem alegria, tem bem-estar, pois recebe todas as emanações celestes que ele carrega em si, e distribui a todos os que o encontram.
Infelizes daqueles que o deixam passar sem reconhecê-lo. Privam-se de todas as benesses que ele pode lhes oferecer, além de um caminho seguro que os leve ao ponto desejado, pois que, caminhos, ele os conhece todos.
Charles

Reflita.




Um homem estava perdido no deserto, prestes a morrer de sede...
Quando, esgotado, chegou a uma construção velha, desmoronando, sem janelas e sem teto.

 Andou por ali e encontrou uma pequena sombra onde se acomodou, fugindo do calor do sol.
Olhando ao redor, viu uma velha bomba d’água, bem enferrujada.
Ele se arrastou até a bomba, agarrou a manivela e começou a bombear, bombear, bombear sem parar.
Nada aconteceu...
Desapontado, caiu prostrado, para trás.
 Então notou que ao seu lado havia uma velha garrafa.
Limpou-a, removendo a sujeira e o pó, e leu um recado que dizia:
“Meu Amigo, você precisa primeiro preparar a bomba derramando nela toda a água desta garrafa.”
“Depois faça o favor de encher a garrafa outra vez, antes de partir, para o próximo viajante.”
 O homem olhou bem e, de fato, lá estava a água.
A garrafa estava quase cheia de água!
 De repente, ele se viu num dilema.
Se bebesse aquela água, poderia sobreviver.
Mas se despejasse toda aquela água na velha bomba enferrujada, e ela não funcionasse, morreria de sede.
Despejar a água na velha bomba e esperar vir a ter água fresca... Que fazer?
Ou beber a água da garrafa e desprezar a mensagem?
Com relutância, o homem despejou toda a água na bomba.
Em seguida, agarrou a manivela e começou a bombear... A bomba pôs-se a ranger e chiar, mas nada aconteceu! E a bomba foi rangendo e chiando. Então, surgiu um fiozinho de água, depois um pequeno fluxo e, finalmente, a água jorrou com abundância!
Para alívio do homem a bomba velha fez jorrar água fresca, cristalina.
Ele encheu a garrafa e bebeu dela ansiosamente. Encheu-a outra vez e tornou a beber seu conteúdo refrescante.
 Em seguida, voltou a encher a garrafa para o próximo viajante, acrescentando uma pequena nota:
 “Creia-me, funciona. Você precisa dar toda a água antes de poder obtê-la de volta.”


CREIA,REALIZE,FAÇA, ANUNCIE   ...                 
Deus é a fonte da água da vida,Deus te da um mar para que ficar preso em um aquário ??????  
Deus te abençoe

A AJUDA

Certa vez, na estrada que levava a Jericó, dois homens caminhavam diligentes, para concluírem negócios importantes na feira que lá se realizava. Um, tão apressado estava, que, a certa altura do caminho, encontrando um homem caído, implorando ajuda, disse-lhe:


- Deus te proverá, homem, mas eu tenho pressa e preciso seguir! - e assim passou, deixando-o estirado, contorcendo-se em dores.
Logo mais se aproximou o outro, também apressado, pois o aguardavam e a hora era chegada. Ao deparar-se com aquele homem estendido, clamando por socorro, parou e ouviu o seu relato. Ele disse que fora assaltado, e, para tal, haviam-no ferido, deixando-o estirado, levando tudo o que trazia consigo.
O segundo homem condoeu-se daquele infeliz, socorreu-o como pôde ali mesmo, e foi até à primeira estalagem da estrada, buscar um animal para levá-lo.
Com isso, muito tempo gastou. Deixando-o na estalagem, recomendou, lhe providenciassem tudo o de que necessitasse, dizendo que, no seu regresso, saldaria os débitos feitos e partiu.
Pensou até que nada mais adiantaria, pois a hora combinada já estava muito longe. Caminhando rápido, pensava: - Talvez, nem devesse mais ir! Atrasei-me demais e o negócio já deve estar perdido! Mas como deixar aquele pobre homem em sofrimento, sem socorrê-lo? Era impossível, não partiria tranqüilo e os seus gemidos e a sua fisionomia de dor, talvez permanecessem em mim, pelo resto da minha vida. Não tem importância se perder o negócio, trago o coração feliz por tê-lo socorrido!
Assim pensando e caminhando rápido, chegou ao ponto combinado e não encontrou ninguém! - Era o esperado! - pensou - Ele não ficaria até agora para me aguardar.
Olhou para todos os lados e resolveu retirar-se.
Procuraria um local onde pudesse descansar um pouco, tomar algum alimento e retornaria. Contudo, quando dava os primeiros passos, eis que alguém, vindo quase correndo, gritava-lhe que o esperasse.
Ele voltou-se e viu aproximar-se aquele com o qual tinha negócios rendosos a realizar, de interesse de ambos. Parou novamente e aguardou, até que ele, ofegante, chegou dizendo:
- Obrigado por ter me esperado tanto, não pensava encontrá-lo mais! Tive um problema em casa, que não me permitiu sair antes, mas tenho a felicidade de vê-lo ainda aqui!
O outro contou-lhe também o ocorrido, e eles compreenderam que assim se passara, pois a ajuda proporcionada ao homem caído na estrada, era o mais importante, e, talvez, os problemas havidos em seu lar, impedindo-o de sair à hora combinada, fora o auxílio de Deus, para que nem um nem outro ficasse prejudicado.
Vejam a sabedoria da conclusão a que chegaram!
Nunca devemos deixar de prestar um auxílio, alegando compromissos e falta de tempo. Deus, muitas vezes, nos coloca no caminho de necessitados, para provar a nossa capacidade de ajudá-los e o desprendimento de nós mesmos, de nossas próprias obrigações e horários.
Deus provê sempre aqueles que auxiliam o próximo, pois, ajudando-o, é a Ele que o fazemos. Deus, como reconhece todo o auxílio que prestamos aos nossos semelhantes, seus filhos e nossos irmãos, sabe nos compensar de alguma forma.
Nunca examinem os prejuízos advindos de qualquer ajuda que possam proporcionar! Mais além, a recompensa será muito grande, se não em recursos materiais, mas o verdadeiro reconhecimento de Deus para o que temos de mais verdadeiro e imortal - o Espírito!


.

Deus pode agir na tua vida CREIA !

Algo Mais.

Um crente sincero na Bondade do Céu, desejando aprender como colaborar na 
construção do Reino de Deus, pediu, certo dia, ao Senhor a graça de 
compreender os Propósitos Divinos e saiu para o campo.

De início, encontrou-se com o Vento que cantava e o Vento lhe disse: 
- Deus mandou que eu ajudasse as sementeiras e varresse os caminhos, mas 
eu gosto também de cantar, embalando os doentes e as criancinhas.

Em seguida, o devoto surpreendeu uma Flor que inundava o ar com seu 
perfume, e a flor lhe contou:

- Minha missão é preparar o fruto; entretanto, produzo também o aroma que 
perfuma até mesmo os lugares mais impuros.

Logo após, o homem estacou ao pé de grande Árvore, que protegia um poço 
d'água, cheio de rãs, e a Árvore lhe falou:

- Confiou-me o Senhor a tarefa de auxiliar o homem; contudo, creio que 
devo amparar igualmente as fontes, os pássaros e os animais.

O visitante fixou os feios batráquios e fez um gesto de repulsa, mas a 
Árvore continuou:

- Estas rãs são nossas amigas. Hoje posso ajudá-las, mas depois serei 
ajudada por elas, na defesa de minhas próprias raízes, contra os vermes da 
destruição e da morte.

O devoto compreendeu o ensinamento e seguiu adiante, atingindo uma grande 
cerâmica.

Acariciou o Barro que estava sobre a mesa e o Barro lhe disse:
- Meu trabalho é o de garantir o solo firme, mas obedeço ao oleiro e 
procuro ajudar na residência do homem, dando forma a tijolos, telhas e 
vasos.

Então, o devoto regressou ao lar e compreendeu que para servir na 
edificação do Reino de Deus é preciso ajudar aos outros, sempre mais, e 
realizar, cada dia, algo mais do que seja justo fazer. AJude,ame ao teu irmão.. 

Glória a ti Deus ....

A Fábula das Três Árvores

Havia, no alto da montanha, três pequenas árvores que sonhavam o que seriam depois de grandes. A primeira, olhando as estrelas, disse:

- Eu quero ser o baú mais precioso do mundo, cheio de tesouros. Para tal, até me disponho a ser cortada.
A segunda olhou para o riacho e suspirou:
- Eu quero ser um grande navio para transportar reis e rainhas.
A terceira árvore olhou o vale e disse:
- Eu quero ficar aqui no alto da montanha e crescer tanto que as pessoas, ao olharem para mim, levantem seus olhos e pensem em Deus.
Muitos anos se passaram e certo dia vieram três lenhadores pouco ecológicos e cortaram as três árvores, todas ansiosas em serem transformadas naquilo com que sonhavam. Mas, lenhadores não costumam ouvir e nem entender sonhos!... Que pena!
A primeira árvore acabou sendo transformada num cocho de animais, coberto de feno. A segunda virou um simples e pequeno barco de pesca, carregando pessoas e peixes todos os dias. E a terceira, mesmo sonhando em ficar no alto da montanha, acabou cortada em altas vigas e colocada de lado em um depósito.
E todas as três se perguntavam desiludidas e tristes:
- Para que isso?
Mas, numa certa noite, cheia de luz e de estrelas, onde havia mil melodias no ar, uma jovem mulher colocou seu neném recém-nascido naquele cocho de animais. E de repente, a primeira árvore percebeu que continha o maior tesouro do mundo... A segunda árvore, anos mais tarde, acabou transportando um homem que acabou dormindo no barco, mas quando a tempestade quase afundou o pequeno barco, o homem se levantou e disse: "PAZ"!
E num relance, a segunda árvore entendeu que estava carregando o rei dos céus e da terra. Tempos mais tarde, numa sexta-feira, a terceira árvore espantou-se quando suas vigas foram unidas em forma de cruz e um homem foi pregado nela. Logo sentiu-se horrível e cruel. Mas, logo no domingo, o mundo vibrou de alegria e a terceira árvore entendeu que nela havia sido pregado um homem para salvação da humanidade, e que as pessoas sempre se lembrariam de Deus e de seu filho Jesus Cristo ao olharem para ela.
As árvores haviam tido sonhos... Mas as suas realizações foram mil vezes melhores e mais sábias do que haviam imaginado. Temos os nossos sonhos e nossos planos que, por vezes, não coincidem com os planos que Deus tem para nós; e, quase sempre, somos surpreendidos com a sua generosidade e misericórdia.
Importante compreendermos que tudo vem de Deus e crermos que podemos esperar Nele, pois Ele sabe muito bem o que é melhor para cada um de nós...

Sejamos Árvores



Todos os ensinamentos de Jesus encerram grandes verdades. Aquele que fala da figueira que secou, quando ele disse: Que nunca ninguém mais coma de seus frutos, contém lições valiosas que servirão de alerta a tantos que neste orbe se encontram em tarefas.
Cada árvore que aqui existe, traz missão muito importante. Os frutos saborosos que poderão oferecer aos famintos, a sombra acolhedora aos que se encontram cansados, e o perfume das flores aos tristes e desiludidos.
Se trazem tal missão, devem cumpri-la!
Para que serve uma árvore que não produz os frutos que tantos esperam, para alimentá-las e ajudá-las a prosseguir a caminhada?
Para que serve uma árvore que não traz o abrigo das folhas fartas e verdejantes, para o repouso dos que estão cansados do caminho e procuram uma sombra?
Para que serve uma árvore que sequer uma flor produza para alegrar a visão do transeunte triste, ajudando a perfumar-lhe a vida, para continuar sua caminhada mais fortalecido espiritualmente?
Se somos árvores, como todos os que estão em tarefa neste orbe, saibamos ser produtivas e frondosas, para não aconteça, venhamos a secar, se negarmos nossos frutos, o perfume das nossas flores e a sombra amiga aos que necessitarem. Cumpramos nossa missão, se carregamos, na árvore que somos, mais frutos que as outras que ainda não conseguiram crescer para produzirem os seus próprios!
Sejamos árvores frondosas e frutíferas, mas saibamos distribuir os frutos, para que eles não venham a apodrecer e cair sem serem utilizados!
Sejamos árvores que abrigam os pássaros que enfeitam a Natureza, para, com seu canto, também suavizar a existência dos que se encontram desiludidos!
Sejamos árvores em toda a plenitude de suas funções!
Não só folhas, não só galhos, para que não venhamos a secar pela nossa própria inutilidade.
Sejamos árvores úteis e ativas, a fim de que os animais peçonhentos nelas não encontrem abrigo, nem os insetos daninhos as envolvam, para que não aconteça, se um viajante mais incauto sob ela quiser repousar, saia picado, vindo a perecer pela peçonha que lhe foi transmitida.
Sejamos árvores, sim, mas frondosas e atuantes, distribuindo somente a aragem fresca, a sombra amiga e os frutos saborosos àqueles que por nós passarem, que Deus, em acréscimo, colocará os ninhos dos pássaros em nossa fronde, a fim de que nos agrademos do seu canto mavioso e nos alegremos, no momento em que estivermos sós e nenhum viajante passar por nós!
Saibamos, nós, aqui neste orbe, cumprir a nossa missão, quais árvores frondosas, sem nunca recusarmos a mão amiga aos que necessitarem, principalmente se tivermos mais condições que os outros.
Se assim procedermos, Deus, agradecido pelo nosso trabalho, multiplicará as nossas possibilidades e poderemos auxiliar muito mais. E, qual a árvore que, nos seus momentos de solidão, tem o canto dos pássaros que soube aninhar em sua fronde, teremos, cada vez mais, as bênçãos de Deus, e estaremos cuidando, também, para que, qual a figueira que negou seus frutos, não venhamos a secar!