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O lenhador e a Raposa





Para você refletir!!

Existiu um Lenhador que acordava as 6 da manhã e trabalhava o dia inteiro cortando lenha, e só parava tarde da noite.

Esse lenhador tinha um filho, lindo, de poucos meses e uma raposa, sua amiga, tratada como bicho de estimação e de sua total confiança. Todos os dias o lenhador ia trabalhar e deixava a raposa cuidando de seu filho.

Todas as noites ao retornar do trabalho, a raposa ficava feliz com sua chegada. Os vizinhos do Lenhador alertavam que a raposa era um bicho, um animal selvagem; e portando, não era confiável. Quando ela sentisse fome comeria a criança.

O Lenhador sempre retrucando com os vizinhos falava que isso era uma grande bobagem. A raposa era sua amiga e jamais faria isso. Os vizinhos insistiam: – “Lenhador abra os olhos ! A Raposa vai comer seu filho.” – “Quando sentir fome, comerá seu filho ! ”

Um dia o Lenhador muito exausto do trabalho e muito cansado desses comentários – ao chegar em casa viu a raposa sorrindo como sempre e sua boca totalmente ensanguentada … o Lenhador suou frio e sem pensar duas vezes acertou o machado na cabeça da raposa …

Ao entrar no quarto desesperado, encontrou seu filho no berço dormindo tranquilamente e ao lado do berço uma cobra morta … O Lenhador enterrou o Machado e a Raposa juntos.

Se você confia em alguém e já orou e perguntou a Deus sobre isto e Ele confirmou , não importa o que os outros pensem a respeito e siga sempre o que diz seu coração , pois é lá que o Senhor vai falar e lhe mostrar . Não se deixe influenciar …

Escute Deus

Fábula: Formiga desorientada


Em formigópoles, pacata cidade litorânea do reino pastoral, existe uma congregação abençoada que tem seu prazer na Lei do Criador e nela medita de dia e de noite. É comum vermos as formiguinhas irem todos os dias à igreja felizes; aos domingos há maior efetivação, já que estão na EBD pela manhã, nos ensaios, nos grupos de evangelismo à tarde e no culto à noite. Lá, tudo se resolve segundo as ordenanças do Cristo Criador.
Outro dia o pastor Formóteo convidou a todo o formigueiro para uma festa de inauguração de uma linda igreja construída na entrada da cidade, como de costume o pastor convidou personalidades ilustres de todo o reino. No dia marcado o formigueiro estava animado, afinal de contas todos iriam se reunir para adorarem ao Senhor Jesus. Muitas formiguinhas doaram diversos bens para que aquele belo templo fosse edificado, era comum vê-las, dias antes, trabalhando até altas horas no templo ou levando suas ofertas.
Quando assentou o último tijolo o pastor Formóteo, passou a mão no rosto para remover o suor,  ergueu suas mãos ao céu, juntamente com as operárias, e adorou, lembrando que não era vão o serviço de todos os envolvidos. À noite, chegou cedo, subiu ao púlpito e orou agradecendo. Começaram-se os louvores. Todas as formigas se curvaram em reverência ao Cristo Criador; cada uma delas se esforçou para levar um visitante, eram mais de quatro mil crentes e uns trezentos convidados, algumas por morar tão longe de Formigópoles ainda não haviam ouvido falar na Palavra Eterna, estava um momento adequado para que também pudessem crer e fizessem parte do Reino do Cristo Criador. O pregador fora convidado de outra cidade para o fim, com todas as despesas pagas pela igreja anfitriã. Não se sabe ao certo, mas ao iniciar seu discurso melhor lhe fora não permitir a palavra.
- Senhores e senhoras formigas dessa cristã região, estou eu diante de um homem de quem me orgulho, de quem queria ser filho, de um homem que sabe o que faz, de um doutor, ou melhor, dizendo de um tenente-coronel das forças armadas do reino pastoral, de um ministro do desenvolvimento, de um guerreiro, de um líder nato, de um Hércules, de um homem em que não há dolo, de um capitão e por que não dizer de um embaixador do império, cuja falência seria constatada se não fora suas mãos as bases desse reino, sim, senhores e senhoras, de quem estaria eu falando, se não desse gigante, desse homem do qual vivo por sua misericórdia e de quem todos os obreiros da igreja de Formigópoles tem o  incomensurável e inefável privilégio de tê-lo como pastor. Só se construiu essa magnífica, e por que não dizer esplendorosa igreja, porque esse homem é um PHD em engenharia, minha gente esse homem é um pós-doutor. E nem adianta abaixa a cabeça, não, pastor Formóteo, pois esse homem é você mesmo.
Nisso todas as formigas estão envergonhadas, outras cochichando, outras lamentando, e as descrentes apavoradas com tanta bajulação. O pastor Formóteo não conseguia levantar a vista para seu rebanho, uma tristeza profunda tomava conta de seu forte coração; enquanto isso ao ver os carros e as motos se retirando em debandada, tentava o pregador perdido organizar a mensagem sem sucesso.
No outro dia, cedinho ainda, o pregador que não houvera fechado os olhos levanta-se, encontra o pastor Formóteo, seu anfitrião, que possuía na mão uma bacia com água e uma toalha branca.
- Estava mesmo esperando você acordar.
- Pois não pastor, o que o senhor deseja?
- Venha cá, irmão – Chamando-o para a área de serviços – Sente-se aqui.
Nisso o coração de Vacilante está batendo acelerado. Ao sentar-se, o pastor ajoelhasse a seus pés e passa a lavar os pés da formiga que desajeitada não sabe onde pôr o rosto.
- Sabe, filho, você lembra quando o Senhor Cristo Criador, passou a lavar os pés dos apóstolos?
- Sim, pastor, lembro!
- E você lembra que Ele disse que veio para servir e não para ser servido?
- Sim, pastor, lembro!
- E você recorda que Ele primeiro servia o pão e só depois comia?
- Sim, pastor, lembro!
- E você lembra, meu filho, que Ele disse que o Reino dEle é dos menores?
Ao dizer isso, Vacilante não consegue responder, pois suas lágrimas inundam a alma.
- Pois é meu filho, se o Senhor Cristo Criador foi servo, quem sou eu para ser rei? Os predicados a mim atribuídos muitos deles nem sei o que significam, se queres me honrar, faça-o dentro de minha servidão, não quero em nada diferir de meu Senhor. Da próxima vez retire meu nome e ponha o dEle, importa que Ele cresça e que eu desapareça.
Josiel Barros

que diminua eu, pra que tu cresçasSenhor, mais e mais...

Cicatrizes

Há alguns anos,
em um dia quente de verão,
um pequeno menino decidiu
ir nadar no lago que havia atrás de sua casa.

Na pressa de mergulhar na água fresca,
foi correndo e deixando para trás os sapatos, as meias e a camisa.
Voou para a água, não percebendo que enquanto nadava para o meio do lago, um jacaré estava deixando a margem e entrando na água.

Sua mãe, em casa, olhava pela janela enquanto os dois estavam cada vez mais perto um do outro. Com medo absoluto, correu para o lago, gritando para seu filho o mais alto quanto conseguia.
Ouvindo sua voz, o pequeno se alarmou, deu um giro e começou a nadar de volta ao encontro sua mãe.

Mas era tarde.
Assim que a alcançou, o jacaré também o alcançou.

A mãe agarrou seu menino pelos braços enquanto o jacaré agarrou seus pés. Começou um cabo-de-guerra incrível entre os dois. O jacaré era muito mais forte do que a mãe, mas a mãe era por demais apaixonada para deixa-lo ir.

Um fazendeiro que passava por perto, ouviu os gritos, pegou uma arma e disparou no jacaré.

De forma impressionante, após semanas no hospital, o pequeno menino sobreviveu. Seus pés extremamente machucados pelo ataque do animal, e, em seus braços, os riscos profundos onde as unhas de sua mãe estiveram cravadas no esforço sobre o filho que ela amava.

Um repórter de jornal que entrevistou o menino após o trauma, perguntou-lhe se podia mostrar suas cicatrizes.
O menino levantou seus pés.

E então, com óbvio orgulho, disse ao repórter:

- Mas olhe em meus braços.
Eu tenho grandes cicatrizes em meus braços também.
Eu as tenho porque minha mãe não deixou eu ir.

Você e eu podemos nos identificar com esse pequeno menino.
Nós também temos muitas cicatrizes.
Não, não a de um jacaré, ou qualquer coisa assim tão dramática.
Mas as cicatrizes de um passado doloroso.
Algumas daquelas cicatrizes são feias e causam-nos profunda dor.
Mas, algumas feridas, meu amigo, são porque DEUS se recusou a nos deixar ir.

E enquanto você se esforçava, Ele estava lhe segurando.
Se hoje o momento é difícil, talvez o que está te causando dor seja Deus cravando- lhe suas unhas para não te deixar ir.Lembre-se do jacaré e muito mais Daquele que, mesmo em meio a tantas lutas, nunca vai te abandonar e, certamente, vai fazer o que for necessário para não te perder, ainda que para isso seja preciso deixar-lhe cicatrizes.

A RÃ E A GARÇA

Nunca desista . . Conta uma antiga lenda que na Idade Média um homem muito religioso foi injustamente acusado de ter assassinado uma mulher. Na verdade, o autor era pessoa influente do reino e por isso, desde o primeiro momento se procurou um "bode expiatório" para acobertar o verdadeiro assassino. O homem foi levado a julgamento, já temendo o resultado: a forca. Ele sabia que tudo iria ser feito para condená-lo e que teria poucas chances de sair vivo dessa história. O juiz, que também estava combinado para levar o pobre homem à morte, simulou um julgamento justo, fazendo uma proposta ao acusado que provasse sua inocência. Disse o juiz: - Sou de uma profunda religiosidade e por isso vou deixar sua sorte nas mãos de Deus. Vou escrever num pedaço de papel a palavra INOCENTE e no outro pedaço a palavra CULPADO. Você sorteará um dos papéis e aquele que sair será o veredicto. O Senhor decidirá seu destino - determinou o juiz.

E sem que o acusado percebesse, o juiz preparou os dois papéis, mas em ambos pedaços o maldoso juiz escreveu: CULPADO de maneira que, naquele instante, não existia nenhuma chance do acusado se livrar da forca. Não havia saída. Não havia alternativas para o pobre homem. O juiz colocou os dois papéis em uma mesa e mandou o acusado escolher um. O homem pensou alguns segundos e pressentindo um toque divino aproximou-se confiante da mesa, pegou um dos papéis e rapidamente o colocou na boca e engoliu. Os presentes ao julgamento reagiram surpresos e indignados com a atitude do homem, disseram: "- Mas o que você fez? E agora? Como vamos saber qual seu veredicto?" "

- É muito fácil -, respondeu o homem. - Basta olhar o outro pedaço que sobrou e saberemos que acabei engolindo o contrário.  Imediatamente o homem foi liberado.
                                        
MORAL DA HISTÓRIA:  Por mais difícil que seja uma situação, não deixe de acreditar até o último momento que você irá vencer. Saiba que para qualquer problema há sempre uma saída, não desista, não entregue os pontos, não se deixe derrotar. Persista, vá em frente apesar de tudo e de todos, creia que pode conseguir.

Fábula: O Leão e o Rato


Certo dia, estava um Leão a dormir a sesta quando um ratinho começou a correr por cima dele. O Leão acordou, pôs-lhe a pata em cima, abriu a bocarra e preparou-se para o engolir.

- Perdoa-me! - gritou o ratinho - Perdoa-me desta vez e eu nunca o esquecerei. Quem sabe se um dia não precisarás de mim?

O Leão ficou tão divertido com esta ideia que levantou a pata e o deixou partir.

Dias depois o Leão caiu numa armadilha. Como os caçadores o queriam oferecer vivo ao Rei, amarraram-no a uma árvore e partiram à procura de um meio para o transportarem.

Nisto, apareceu o ratinho. Vendo a triste situação em que o Leão se encontrava, roeu as cordas que o prendiam.

E foi assim que um ratinho pequenino salvou o Rei dos Animais.




Moral da história: Não devemos subestimar os outros.lembre-se ..

O peixe

Um pescador estava pescando e, depois de horas de pescaria, conseguiu apanhar um peixe muito pequeno.
O peixinho lhe disse:
- Poupe minha vida e jogue-me de novo no mar. Dentro de pouco tempo, estarei crescido e você poderá pescar um peixe grande!
O pescador respondeu:
- Eu seria um tolo se te soltasse por uma pescaria incerta . . .




"Mais vale a certeza de hoje do que a incerteza de amanhã."