quinta-feira, 30 de agosto de 2012

FIRMES E RESOLUTOS EM MEIO À LUTA


“agora, Senhor, olha para as suas ameaças e concede aos teus servos que anunciem com toda a intrepidez a tua palavra”. Atos 4:29

Desde o seu início, a igreja cristã sofre ameaças e perseguições. O diácono Estevão é considerado o seu primeiro mártir, morto por apedrejamento em praça pública por conta da sua lealdade a Cristo e da sua determinação em assumir, até 
as últimas conseqüências, a sua fé. Sim, uma fé legítima que o revestia de coragem e o capacitava a viver coerentemente.
Sucessivos conflitos foram levantados como forma de inibir o crescimento da igreja e enfraquecer as convicções e a determinação daqueles que eram afetados pela poderosa e irresistível mensagem do Evangelho, tornando-se discípulos comprometidos com a obediência à Palavra do Senhor e com a sublime tarefa de propagar em todos os lugares e a todas as pessoas a mensagem de libertação.
Lembramos com pesar o ocorrido na noite do dia 23 para o dia 24 de agosto de 1572, na cidade de Paris, episódio conhecido como a “noite 
de São Bartolomeu”, matança de cristãos protestantes franceses, fato que se deu há exatamente 440 anos atrás e que manchou com sangue o solo de uma nação que vivia mergulhada em uma religiosidade morta, sob a liderança de um clero que se mantinha no poder ao custo da ignorância dos seus fiéis.


O texto em apreço relata o momento em que os apóstolos Pedro e João, após serem libertados da cadeia, tendo sido interrogados e ameaçados pelas autoridades do Sinédrio, momento em que reafirmaram categoricamente, diante de todos, que “não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos” (At. 4:12), isto, naturalmente, se referindo a Jesus, vão à procura dos seus irmãos que estavam reunidos em oração.
Interessante foi o fato de que eles não oraram suplicando ao Senhor que eliminasse os seus cruéis opositores e nem que silenciasse as suas contundentes ameaças, mas que lhes dessem viva intrepidez para continuar vivendo e pregando a mensagem do Evangelho, o qual se constitui no “poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê” (Rom. 1:16).
Creio firmemente que a Igreja de Jesus sempre prevalecerá ante às mais variadas ameaças que tentam sufocá-la e impedi-la de cumprir cabalmente a sua missão proclamadora. Penso assim, porque na igreja sempre haverá pessoas verdadeiramente transformadas e comprometidas com o Senhor, bem como dispostas a se manterem firmes e resolutas quanto a todas as implicações práticas da sua fé, custe o que custar.


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